4 Comentários


  1. Excelente artigo e até engraçado! Quem já viveu de software já viveu uma ou todas as histórias usando Scrum ou não. Implantei em minha empresa e vivi tudo isso. Acredito no método é também em um profissional da empresa ou sócio dela que possa acompanhar tudo de perto e cobrar da equipe as mudanças que ele exige, não é fácil. Mas não conheço nada melhor!

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    1. Samuel Crescêncio

      Fala Cláudio,

      Obrigado pelo feedback.

      É verdade, as vezes é melhor rir para não chorar 🙂

      Com relação a participação do sócio ou diretor, você tem toda razão, um processo de adoção ágil nunca funcionará sem patrocínio executivo. E o processo fica melhor ainda quando o executivo participa ativamente da transformação.

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  2. Sérgio Salles G. Neto

    Olá,
    A implantação do framework Scrum é um item muito mais da cultura organizacional do que simplesmente técnico e, o framework não pode levar a culpa de uma implementação mal feita.
    Não basta disciplina mas sim, o comprometimento ao nível da Organização onde a postura deve mudar para aquilo que gere valor ao negócio, automatizando os testes sempre, automatizando as entregas, tendo uma infraestrutura ágil para atender as demandas por ambientes de desenvolvimento, testes e homologação.
    Apoio as iniciativas Scrum + DevOps como uma das melhores configurações de trabalho mas, sem o comprometimento dos patrocinadores e das partes interessadas, nenhum framework no mundo será capaz de resolver os problemas.
    Outro ponto fundamental é que as organizações precisam parar com a mentalidade que todo e qualquer projeto é possível em prazos “sacados da cartola”, seja por uma data especial para a empresa, a concorrência ou uma expectativa de mercado. Os gestores de projetos também precisam aprender a falar “Não” ou pelo menos dizer “precisamos planejar/entender o projeto antes de dar uma data”. Parece que existe um pânico pairando no ar onde, caso o Gestor diga “Não” ele será taxado de incompetente ou será demitido. Datas são metas e será necessário sempre avaliar se o escopo, custo, esforço, qualidade, risco e, por fim, o prazo, são compatíveis.
    Por mais que pareça óbvio, e é mesmo óbvio, não é feito o básico e a caça às bruxas começa.
    Pessoas da Engenharia de Software, principalmente, Einstein já dizia: Insanidade é fazer as coisas da mesma forma e esperar resultados diferentes.
    Obrigado por compartilhar o artigo e sucesso!
    Atenciosamente,
    Sérgio Salles, PMP, ITIL, MCTS

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    1. Samuel Crescêncio

      Fala Sérgio,

      Obrigado pelo seu feedback. Você destilou perfeitamente. O devops é essencial para atingirmos sucesso. O problema é que bem poucas empresas conseguem atingir o estado da arte no quesito entrega contínua. Muitas tem até uma dificuldade gigante que seu software seja usado pelo cliente final enquanto desenvolve. Nesse caso, o tão sonhado “production mode” fica muito longe.

      Eu tenho a seguinte máxima “considere em produção desde o primeiro commit”. Ou seja, não se avança features antes de toda a infra pra testes, migração de dados e deploy automatizados estiverem prontos.

      Quanto a dizer NÃO, esse é outro grande problema. Até porque no lean, temos que adequar a demanda à nossa capacidade produtiva e não ao contrário. Toda vez que quem dá o prazo é alguém diferente daquele que irá construir, haverá problema. Eu mesmo já trabalhei em empresas onde o comercial era inimigo do desenvolvimento. Parecia que tinha uma muralha da china intransponível no meio.

      Já vi também projetos inteiros fracassarem por não saber dizer não. Se esse negócio não fosse tão sério, o lean não teria um princípio direto tratando disso, o Muri.

      Muito obrigado pelo seu feedabck. Se puder compartilhe com seus amigos.

      Forte abraço,
      Samuel

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